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bem vindos

que pena que aqui so entra de maior ne?
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29/01/2011

UMA FODA INESQUECIVEL

 
Um foda inesquecível. Este conto não é nosso. Vagando pela net, eu o achei por aí cheio de erros de português. Dei uma arrumada nele. Não está 100 por cento, mas acho que vão gostar. Olá amigos, me chamo Alberto. Quero pela primeira vez contar uma experiência que aconteceu comigo e minha esposa há alguns meses. Nós nos casamos muito jovens, eu 20 ela 17. O nome dela é Andrea. No início do casamento eu era muito ciumento e possessivo. Não admitia que ela sequer olhasse para outro homem. O tempo foi passando, tivemos filhos, e eu sempre dava minhas escapadinhas. Transei com mulheres casadas, morenas, loiras, negras, e até participei de algumas surubas com amigos, mas nunca admitia que ela, minha esposa, trabalhasse, pois tinha medo que pudesse um dia me trair. O tempo passou e aos poucos eu fui mudando, principalmente depois que comecei a ler os relatos eróticos pela internet. A princípio o tipo de conto que eu mais gostava eram os relatos dos cornos; depois fui gostando de qualquer conto. Até mesmo alguns relatos homossexuais me deixavam com tesão. Até então jamais pensara em ver minha esposa transando com outro, e muito menos eu transar com um homem. O nosso relacionamento sexual no início do casamento era muito intenso. Fazíamos de tudo, inclusive sexo anal; em menor quantidade, mas fazíamos. Gostávamos muito de assistir filmes pornôs antes de transarmos, mas com o passar do tempo nossa relação foi ficando muito ruim. Já não transávamos como antes, e o período entre uma transa e outra aumentava cada vez mais. Quando comprei um computador e passei a ler os contos em casa, sempre a chamava para ler comigo alguns contos, e por incrível que pareça ela também gostava mais dos contos onde as mulheres traiam os maridos ou os de cornos. Assim nossa relação começou a melhorar novamente. Certo dia, quando estávamos transando, ela me perguntou o que eu sentia quando lia os contos narrados pelos maridos cornos. Eu fiquei sem ação no momento, mas respondi que sentia tesão. Então ela perguntou porque. Naquele dia não soube responder. Terminamos nossa transa e não falamos mais no assunto. Depois de alguns dias ela veio até mim e disse que havia encontrado um conto que a deixou com muito tesão, e copiou para que eu pudesse ler posteriormente. Confesso que eu também fiquei com muito tesão. Tratava-se de um conto onde o marido concordara em realizar a fantasia de sua esposa, que era de transar com outro. Daquele dia em diante ela sempre encontrava um conto parecido pra eu ler. Toda vez que eu voltava do trabalho, já perguntava: - encontrou mais algum legal hoje? E ela sempre respondia que sim, e era sempre do mesmo estilo. Então durante uma transa eu perguntei a ela, se ela tinha alguma fantasia. Ela respondeu que tinha, mas não falaria com medo que eu ficasse bravo com ela. Disse-lhe que poderia falar que não ficaria bravo. Ela me fez prometer que não ficaria, e assim fiz. Ela confessou que sua fantasia era ter uma terceira pessoa em nossa transa. Perguntei se homem ou mulher. Ela olhou pra mim com uma cara meio que com medo e disse: - eu gostaria que tivesse um “homem”. Confesso que mil coisas passaram por minha cabeça. Fiquei com muitos ciúmes naquele momento, mas não posso negar que também fiquei com um tesão enorme. Terminamos nossa transa e não falamos mais naquilo. No outro dia no trabalho eu me lembrei da nossa conversa e da fantasia dela, e comecei a imaginá-la transando com outro, e passei o dia todo excitado, mas eu não podia admitir que tal coisa acontecesse. Eu já havia transado com mulheres de amigos meus, mas jamais admitiria um amigo transando com minha esposa. Não eu, considerado um comedor, pois assim minha fama foi erguida pelos amigos. Naquela noite ela pediu pra eu colocar um filme pornô para assistirmos, e eu disse para ela escolher qual queria, pois tínhamos vários. Ela pegou logo uma onde tinha dois caras comendo uma mulher. Na hora da transa eu perguntei a ela meio que sem jeito: - você quer transar com outro cara? Ela no auge do tesão respondeu: - eu adoraria, mas com um homem que tenha um pau bem grande! Naquele momento explodi de tesão, e ela percebendo começou a me provocar dizendo que cavalgaria no cara pra eu ver o cacete dele entrando em sua bucetinha, Não agüentei e gozei como nunca. Daquele dia em diante em todas as nossas transas fantasiávamos com um cara transando com ela. Falávamos nomes de amigos meus, e aí eu já estava mais que desejando vê-la sendo possuída por outro homem. Uma noite perguntei a ela o que faria quando estivesse transando com outro, quando me visse sentado ao lado assistindo ela fuder. Ela então respondeu: - eu diria assim: fica aí meu corninho, assistindo sua mulherzinha sendo arrombada por este cacetão! Isso me levou a loucura. A partir daquele dia ela começou a me chamar de corninho manso em nossas transas e eu adorava isso. Depois de alguns meses durante as nossas transas, Andrea dizia pra mim: - vai meu corninho arruma um cara com um cacete bem grande pra fuder sua mulherzinha. Aquilo me deixava muito excitado, e ela percebendo pedia todo dia pra eu arrumar alguém. Embora aquilo me deixasse louco de tesão, eu tinha muito medo das conseqüências, até que um dia depois de uma transa eu perguntei a ela: - você realmente quer realizar esta fantasia? Ela então respondeu sem pudor: - é o que eu mais quero! Ela nunca havia transado com outro homem, sempre foi fiel, e merecia aquilo. Então a partir daquele dia começamos a discutir a idéia, e como ou quem nós convidaríamos. Descartamos a idéia de uma pessoa conhecida, pois o risco de outros saberem era muito grande. Convidar um garoto de programa também ela não quis, pois seria superficial e por interesse no dinheiro. Ela queria que fosse algo natural e espontâneo. O tempo foi passando e nós continuamos fantasiando com aquilo tudo, até que um dia a empresa em que trabalho me convocou pra participar de uma convenção em Curitiba, onde eu deveria ficar por pelo menos 3 dias, e como a empresa tinha um apartamento naquela cidade especialmente para esse tipo de coisa, convidei minha esposa para ir comigo. Assim Andrea aproveitaria pra passear um pouco. Durante o dia eu ia pra convenção, e minha esposa aproveitava pra comprar algo e passear. Logo no primeiro dia conheci um cara mais com mais ou menos uns 40 anos. Ele se chamava Vanderlei. Tinha um corpo atlético e era muito bem educado. Fizemos amizade e almoçamos juntos naquele primeiro dia. Disse a ele que eu era do interior, e que estava hospedado com minha esposa em um apartamento próximo do local da convenção. Por ser Vanderlei um cara boa pinta e muito bem educado, comecei a imaginá-los transando com minha esposa, mas como convidá-lo? Bom, o dia passou e durante a nossa transa naquela noite eu comentei com Andrea sobre Vanderlei, e ela ficou interessadíssima. No outro dia não haveria reuniões no período da tarde, então Vanderlei me disse que no hotel onde ele estava hospedado havia uma sauna enorme e muito boa, e se eu não gostaria de dar uma passada lá. Sem pensar duas vezes topei. Chegando lá fomos até o quarto dele, onde ele deixou suas coisas, colocou um calção, e ofereceu um dos seus pra mim, pois eu havia ido direto da convenção até o hotel onde ele estava hospedado. Fomos para a sauna. Chegando lá não havia ninguém, apenas nós dois, e ele me disse: - eu gosto é de tomar sauna pelado! E foi logo tirando o calção. Confesso que fiquei admirado com o tamanho do cacete de Vanderlei. Mesmo estando mole dava pra ver que era enorme e grosso. Daquele momento em diante eu não parava de imaginar minha mulherzinha cavalgando naquela tora. Ele havia enrolado a toalha na cintura, então sentamos e começamos a falar de vários assuntos, até que surgiu o assunto do qual eu queria falar: Sexo. O papo foi ficando cada vez mais quente, e eu podia ver aquele enorme cacete crescer debaixo da toalha e não parava de olhar, pois por mais que eu quisesse evitar, não conseguia. Então não me contive e perguntei a ele se gostaria de jantar comigo e minha esposa aquela noite. Ele de pronto aceitou. Chegando ao apartamento fui logo contando pra minha esposa sobre o ocorrido, e de como era enorme o cacete de Vanderlei. Disse que havia convidado ele pra nos visitar aquela noite. Ela ficou eufórica e eu passei a mão em sua xaninha, percebendo que estava toda molhadinha. Eu disse a ela: - caso você goste do Vanderlei poderá realizar sua fantasia hoje mesmo, ok? Ela então me abraçou e me deu um beijo e disse: - você é melhor marido do mundo, e se eu gostar de seu amigo vai ser o mais novo corninho do mundo também! Nós dois rimos da brincadeira dela e saímos pra comprar algumas coisas para o jantar. Lá pelas 8 horas Vanderlei chegou e trouxe um buquê de rosas para Andréa, que ficou toda lisonjeada. Embora eu não tenha comentado sobre o corpo de Andréa até agora, ela é uma mulher muito sex, tem 1,60 de altura 52 kg, com um bumbum empinadinho e seios fartos. Ela se arrumou muito bem pra aquela noite e estava realmente uma delícia. Vanderlei por ser muito educado conseguia ser discreto, embora as vezes eu o pegasse olhando para a bundinha da Andréa quando ela passava. Disse para Vanderlei ficar a vontade e sentar no sofá. Logo trouxe uma cerveja e ficamos papeando enquanto Andréa acabava de aprontar o jantar. Durante a conversa fui até a cozinha pegar outra cerveja e aproveitei pra perguntar a minha esposinha o que ela achava de Vanderlei. Ela respondeu que era melhor que ela pensava, e que ele era um tesão. Fiquei com dor de corno naquele momento, mas me contive e pensei na fantasia que tínhamos há muito tempo, e por ele ser um cara que mora bem distante não haveria problema algum em dar prosseguimento no nosso plano. Após o jantar ficamos todos na sala conversando, e meio altos por causa das várias cervejas tomadas, eu já mais desinibido perguntei ao Vanderlei o que ele achava da minha esposa, no que ele respondeu: -é muito bonita! Eu fui mais além, e disse: - pode dizer sem medo o que você acha dela! Ele então olhando pra ela me disse: - ela é um tesão de mulher, e você é um cara de sorte. Andréa então sorriu e disse a Vanderlei: - você também é muito gostoso! O clima ficou meio quente, como que se só passasse sexo em nossas cabeças. Após a declaração de Andréa, Vanderlei sorriu e agradeceu pelo elogio. Como eu e minha esposa gostamos muito de filmes pornôs, levamos conosco na viagem dois filmes para assistirmos durante nossa estadia em Curitiba, e no meio da conversa surgiu assunto sobre filmes. Vanderlei perguntou qual o gênero de filme que nós mais gostávamos. Andréa sorriu pra mim e respondeu: - gostamos de filmes educativos, né Beto! Vanderlei deu uma risadinha, e sem entender muito bem, perguntou: - como assim? Fui franco com ele: - nós gostamos muito de filmes pornôs. Ele agora entendendo a brincadeira começou a sorrir e falou: - eu também adoro um filminho de sacanagem! De repente, e pra minha surpresa, minha esposa olha pra Vanderlei e pergunta: - você gostaria de assistir um agora? Nós temos dois bons aqui! Vanderlei meio sem jeito olha pra mim, como que perguntando: - o que respondo, sim ou não? Então reforcei a pergunta de Andréa e falei: - se você quiser vamos assistir. Ele respondeu: - é claro que quero! Nessas alturas ele já havia percebido qual eram nossas intenções, e ficou um pouco mais relaxado. Andréa colocou o filme e veio sentar perto de mim. Eu estava sentado no sofá grande e Vanderlei no sofá pequeno. O clima foi ficando cada vez mais quente com aquelas cenas de sexo, onde dois caras transavam com uma mulher. Andréa ao meu lado, ao mesmo tempo em que alisava meu cacete por cima da calça dizia em meu ouvido bem baixinho: - to morrendo de tesão... Eu ficava cada vez mais excitado, e senti um imenso tesão quando Andréa me disse sussurrando: - olha pro o cacete de Vanderlei como está duro! Eu não agüentei e coloquei a mão por debaixo do vestido de minha esposa, e comecei a alisar a bucetinha dela enquanto nós beijávamos. Quando percebemos, Vanderlei estava com aquele cacete enorme pra fora se masturbando. Andréa ao ver aquilo não tirava o olho do cacete de Vanderlei e ele olhava fixamente pra ela a todo o momento. Eu olhei pra minha adorável esposinha que até então só havia transado comigo e disse: - vá até ele e realize sua fantasia. Ela de imediato levantou-se foi até Vanderlei. Ele percebendo a situação tirou o sapato e as calças com uma rapidez incrível. Andréa ajoelhou-se diante daquele cacete enorme e maravilhada dizia: - que delícia de cacete! A princípio ela o masturbava admirando aquela enorme rola. Então olhou pra mim e começou a mamar como só ela sabe fazer. Vanderlei, com olhos fechados, se contorcia todo, sentindo Andréa colocar aquela rola enorme na boca. Ela chupava como uma bezerrinha. Estava tarada e lambia toda a extremidade daquele lindo cacete. Excitadíssimo, cheguei bem perto pra ver aquela cena maravilhosa. Ela chupava e gemia, e embora não pudesse colocar todo o cacete de Vanderlei na boca, enfiava até onde podia, e só ia até a metade. Vanderlei olhou pra mim e disse: - nossa cara, como sua mulher chupa gostoso... Ela continuava a chupar com uma volúpia que eu nunca tinha visto. Eu estava tão excitado vendo minha esposinha mamando naquela tora, não sei o que deu em mim naquele momento, ao vê-la chupando com tanta vontade, até eu fiquei com vontade de experimentar aquele cacetão. O tesão era tanto que não me importava mais com a minha masculinidade, mas eu me contive e continuei apenas me masturbando e admirando aquela cena. Eu sabia que quando Andréa começava a chupar o meu cacete ela não parava, enquanto não percebesse que eu não iria agüentar mais. Mesmo assim muitas vezes ela não parava, e eu gozava na boquinha dela, e ela engolia cada gota de minha porra. Fique esperando o momento em que Vanderlei gozaria na boca dela ou pediria pra ela parar, e assim ele fez. Pediu pra ela parar se não iria gozar. Ela então se levantou, tirou a roupa, e puxou Vanderlei para o nosso quarto, nem se importando comigo. Eu segui os dois, e de pé eles se beijavam com muito tesão. Ela com a mão no cacete dele e ele apertando a bundinha dela. Andréa olhou pra mim e disse: - meu corninho, agora vamos realizar nossa tão sonhada fantasia, e Vanderlei vai meter em mim a noite inteira, e você vai ficar apenas olhando, ok? Eu balancei a cabeça como que concordando com ela. Eu estava morrendo de tesão, e faria qualquer coisa que ela me pedisse naquela noite. Andréa então se deitou e Vanderlei começou a chupar a xaninha dela. Eu via aquela cena e não podia nem colocar a mão no meu cacete, pois estava explodindo de tesão. Ela então disse pra ele: - vem me fuder logo, que não estou agüentando mais! Vanderlei levantou, ela abriu bem as penas, ele esfregou aquele cacetão na porta da bucetinha dela e começou a colocar. Embora ela estivesse super molhadinha, ele teve dificuldade pra colocar aquela tora todinha dentro dela, mas logo conseguiu. Ela gemia como uma louca, e Vanderlei socava aquele cacete sem dó. Depois de uns momentos ele a colocou de quatro, esfregou novamente o cacete na entrada, e socou todinho dentro da minha esposinha. Eu não agüentei e acabei gozando. Era incrível aquela cena, vendo minha mulherzinha sendo arrombada com um cacete daquele tamanho. Andréa não agüentou mais e começou a gozar. Eu sabia que ela estava gozando, pois geme de uma forma peculiar neste momento, mas Vanderlei não parava de socar na bucetinha dela. Ele tirou de dentro dela aquela ferramenta enorme, e disse: - eu nunca fui chupado por uma mulher igual a você, por isso quero gozar em sua boca. Ouvindo isso, veio até ele que já estava deitado e começou a mamar naquela rola enorme. Diante daquela situação fiquei de pau duro novamente. Andréa mamava no cacete de Vanderlei como uma profissional. De repente ele não agüentou mais e começou a gozar. Andréa até que tentou engolir tudo, mas era muita porra, e começou a vazar pelos cantos da sua boca, e assim que Vanderlei terminou, ela lambeu o restinho da porra que escorreu para fora, deixando o pau dele limpinho. Ela olhou pra mim e disse: -você gostou de assistir? Eu acenei que sim, balançando a cabeça. Depois daquela foda ela me chamou pra ir tomar banho, e Vanderlei ficou na cama exausto. No chuveiro eu perguntei a ela: - e aí, tá curtindo? Ela respondeu: - to adorando, que cacete enorme, é uma delícia, vou meter a noite toda com ele! Nesse instante ela me fez uma pergunta que me deixou intrigado. Ela falou o seguinte: - você não quer aproveitar um pouquinho daquele cacete gostoso também? Eu disse: - como assim? Ela então falou: - meu amor, nós estamos nesta cidade longe de casa, transando com um homem que não conhecemos, e que talvez nunca mais vejamos novamente, por que então não aproveitarmos o máximo desta situação e fazermos tudo que a nossa mente possa imaginar? Este é um momento único e talvez o último, por isso vamos aproveitar. Eu sabia o que ela queria dizer, mesmo assim fiz de conta que não estava entendendo. Ela então me disse: - participa comigo vou adorar! E saiu do banheiro, indo toda molhadinha sem se enxugar para o quarto. Eu continuei no chuveiro pensando no que ela tinha me dito. Pensei comigo mesmo: será que ela quer que eu transe com o Vanderlei? Mas eu não sou gay! O máximo que fiz foi um rápido troca-troca quando era moleque, e nunca tive atração por homens, apesar de na hora em que ela estava chupando aquele cacetão, que em minha opinião era um belo exemplar de pica, eu sentira vontade de chupar também, mas não passara daquilo. Mas logo pensei: quem tá na chuva é pra se molhar, vamos ver no que vai dar - e voltei para o quarto. Vanderlei estava deitado com os braços abertos e Andréa já estava ao lado dele alisando aquele cassete enorme. Eu sentei na beira da cama ao lado de minha esposa e ela virou de bunda para mim. Encostei meu cacete que já estava duríssimo na bundinha dela, enquanto já virado de frente pra ela, beijava freneticamente a boca de minha esposa. Aos poucos fui descendo minha mão pelo braço de Andrea até chegar à sua mão que estava segurando o cacete de Vanderlei. Ela percebendo aquilo pegou a minha mão e direcionou para aquela enorme tora. Ao tocar o pênis dele devagarzinho, fui alisando até sentir a quentura daquele mastro vigoroso que pulsava de tesão. Eu apertei e comecei a punhetar lentamente. A grossura daquele caralho latejando em minha mão fez com que um arrepio percorresse todo o meu corpo. Fiquei tão excitado que quase gozei na naquela hora. Enquanto eu alisava aquela maravilha de cacete minha esposa estava aos beijos com Vanderlei. Os dois então pararam de se beijar e Andréa pediu para que Vanderlei ficasse em pé, pois queria chupar o seu cacete. Ela se ajoelhou de frente pra ele e o chupava como uma tarada. Andréa olhou pra mim e me chamou com o dedo indicador. Ajoelhei ao lado dela e comecei a beijar-lhe o rosto, enquanto ela chupava Vanderlei. Ela parou de chupar e beijou minha boca. Naquele momento pude sentir o gosto daquele instrumento de prazer, e confesso que não senti repugnância. Como ela estava segurando o pau dele bem pertinho do rosto, direcionou-o para minha boca. Eu quis relutar, mas a vontade era maior que o meu machismo. Abocanhei aquele cacete e mamei gostoso. Que delicia era poder sentir aquela rola enorme e quente em minha boca. Andrea observando falava: - chupa meu corninho, mama este cacetão, sinta como é gostoso! É isto que eu estava querendo todo este tempo; eu mamava como se fosse uma biscate bem safada e de repente ela pediu para que eu parasse e disse: - não quero que ele goze agora. Ele tem que comer minha bundinha ainda. De imediato, eu sabendo como seria, levantei, fui até nossa bagagem e peguei um tubo de gel lubrificante que usávamos pra este propósito. Neste momento Vanderlei deitou-se e Andréa ficou de quatro chupando ele. Eu como um bom amante já sabia o que ela queria. Peguei um pouco de gel e lubrifiquei bem o cuzinho dela, mas antes dele fuder o cuzinho, ela colocou toda aquela tora na buceta, e começou a cavalgar nele. Ela gemia como louca, e eu atrás apenas admirava aquela cena, vendo aquilo tudo entrando e saindo de dentro daquela bucetinha. Aproximei por traz para visualizar aquela cena bem de pertinho. Depois de bombar bastante na xaninha de minha esposinha ele colocou as mãos nas nádegas dela, abriu bem o cuzinho, e me disse: - tira meu pau da buceta dela e coloca no cuzinho. Como eu já havia lubrificado bem aquele rabinho, peguei naquela rola e apontei para o cuzinho de Andréa, que de imediato foi forçando pra ele entrar. Como era muito grosso, demorou um bocado até ela agasalhar toda aquela enorme pica no cuzinho. Meio que choramingando, ela então começou um processo de sobe e desce. O movimento foi ficando cada vez mais rápido. Vanderlei então pediu pra mudar de posição. Ele a colocou de quatro e socou tudo aquilo dentro do seu cuzinho. Agarrou na cintura dela e bombava com bastante força. Ela pedia pra ele fuder bastante o cuzinho que era todo dele. Quando já não estava agüentando mais, ele me chamou e disse: -veja como vou encher o cuzinho dela de porra. Ele então tirou seu cacete enorme, ficando aquele buraco bem grande. Continuou se masturbando apontando a cabeça do cacetão para aquele cuzão aberto. De repente um jato enorme de porra começou a esguichar dentro do cuzinho de Andréa. Era porra que não acabava mais. Aí o cuzinho foi fechando devagar, engolindo toda aquela porra. Desfalecido, Vanderlei caiu de lado na cama. Minha esposinha continuou deitada de bruços. Naquele momento eu estava super excitado, então chamei Andréa até o banheiro e pedi pra ela ficar de cócoras. Ela entendeu o porquê e obedeceu. Ao ficar na posição, ela forçou um pouquinho. Pude então ver toda aquela porra escorrendo do cuzinho dela. Foi aí que gozei como louco, pois meu cacete já estava doendo de tanto tesão. Depois daquela foda, Andréa e Vanderlei transaram mais uma vez, e desta vez ela de quatro com Vanderlei socando a vara nela. Eu deitei do lado deles, e com minha cabeça próxima à dela, ouvia-a sussurrar em meu ouvido dizendo: - ai Alberto, como o cacete dele é gostoso! Como é grande, que delícia! Ele está me arrombando! Você está se sentindo um corno como queria? O Vanderlei tá me transformando em uma puta, você ta gostando? Eu respondia que sim, e ela começou a gritar e pedir pra Vanderlei meter com força, falando: Estou gozando, mete na sua puta vai, que meu corninho ta gostando, me fode...e gozou a danada. Eu como das outras vezes gozei batendo punheta. Depois desta foda dormimos os três juntos na mesma cama, com Andréa no meio é claro. De manhã acordei com um balanço na cama. Eles estavam metendo novamente. Andréa estava de bunda virada para Vanderlei, e ele a comendo por traz. Coloquei a mão na bucetinha dela e pude sentir aquela pica enorme entrando e saindo. Comecei a acariciar o grelinho dela, que então abriu as penas, eu estiquei um pouco mais o braço, e cheguei com minha mão até os bagos de Vanderlei. Passei a acariciar ora os bagos, ora a base de seu cacete. Ele tirou o cacete para fora, eu o peguei e encostei na xoxotinha de minha esposa, esfregando no grelinho dela. Eu apertava e ele fazia aquele movimento tradicional. Ele então disse que ia gozar. Rapidamente eu direcionei o cacete dele para dentro da grutinha de Andréa que forçou a bundinha pra traz para que entrasse tudo. Os dois aumentaram o movimento e gritaram ao mesmo tempo: - to gozando! E que gozada foi aquela, pois demoraram muito a diminuir o ritmo. Depois disso levantamos. Os dois tomaram banho juntos, tomamos nosso café, e eu e Vanderlei fomos à reunião. Muitas coisas aconteceram no último dia em que ficamos naquela cidade, e relatarei em outros contos.

UMA NOITE SEM NADA PRA FAZER

 
Tudo começou assim,numa noites dessas eu estava em casa sozinha ,resolvi entra no chat,conversei com varios rapazes ,ate que um puxou assunto e acabei me interesando por ele nao sabia como era ,nome sobrenome endereço, um homem que do nada apareceu na minha vida.Nao sei o que nele me encantou .MAs o problema que sou casada com um homem rigido e bravo.meu casamento ja nao andava bem sexo mesmo era raro alias ainda é. Voltando a historia. No começo pensei que era so uma brincadeira no msn,mas cada dia que passava o negocio foi esquentando a vontade de conhece-lo tava ficando maior ,ate que um dia resolvemos nos ver pessaolmente.Ele foi ate a universsidade que eu estudava ,num sabado fiquei anciosa ,nossa nem imagina como...Ate que ele chegou e me ligou fui ao seu encontro com um pouco de medo mas curiosa.. enfim vi pessoalmente achei ele um homem lindo serio ,me olhava de canto que me deixava sem graça.Assim por fim ficou so na converssa por mais uns tempo no msn.Ate que resolvi fazer amor com ele pra falar a verdade fiz porque eu me apaixonei mesmo nao entendo pq mas foi.na segunda vez que nos vimos fomos ao motel era a primeira vez que ia ao motel Esse rapaz foi o segundo homem que tive em minha vida que deixei me tocar .Me levou num motel lindo pra mim era ,novidade ne me tocava com tanto desejo sentia sua respiraçao forte aquilo me exitava ajuntou vergonha com paixao sei la so sei que foi gostoso me satisfez fez eu gozar nem demoro muito.tocava em meu corpo com tanta paixao me beijava com desejo .acariciava meus seios de uma forma que me deixava louca . Me entreguei pra ele com paixao mesmo mas ao mesmo tempo tinha vergonha .Agente continua se vendo ele diz que gosta de mim ,mas nao sei acho que ele so me acha bonita atraente. PRA falar a verdade eu largaria tudo para ficar com ele ,eu ia ama-lo tanto tratar com tanto carinho eu o amo.agora nao sei pq o que ele tem que me encanta tanto. Sao coisas da vida que ocorrem nas nossas vidas que nao tem explicaçao.. ainda continuo casada ,mas quem eu quero e ele .Ja tentei me separar meu marido nao aceita ,talvez esse homem queira uma atitude minha de separaçao nao quer me pedir que large do meu marido ou nao sente nada por mim so atraçao .Bom vou ver no que isso vai dar ja esta indo para 2 anos nessa vida.

COLEGA CASADO DO ESCRITORIO

 
Sou Fábio, 40 anos, 1,68, 55kls, olhos e cabelos castanhos, uso oculos e sou casado a mais de 20 anos. Trabalho numa empresa a mais de sete anos, contudo como trabalho na rua vou poucas vezes ao escritório. Assim quando vou, converso muito com o pessoal e batemos altos papos. Normalmente almoçamos juntos e quando dá, damos uma esticada num happy hour. Durante um almoço conheci a Lúcia. Mulher diminuta, 1,53, magrinha, 30 anos, com os cabelos claros na altura dos ombros, mas, com umas curvas maravilhosas (mignonzinho). Como ela era nova conversamos muito, eu me mostrei interessado a ajuda-la e com esse pretexto perguntei tudo! Ela casada a cinco anos sem filhos formada em adm. e muito eclética, ja seu marido parecia ser um ogro (sem ofender o Shrek). Durante o almoço, por vezes brinquei com as outras mulheres da mesa que, sempre chamo de meninas. Coisas banais sem malicia (pegar na mão, abraçar, puxar para meu lado, mexer nos cabelos etc). Mas com a Lúcia nada, pois fiquei com receio. Naquele dia marcamos um happy hour próximo ao escritório, assim iriamos apenas em alguns carros e depois voltariamos para cada um pegar seus carros. A Lúcia não ia porque não tinha como ir embora depois. Sem dizer a ninguém fui até a mesa dela e a convenci a ir, com a desculpa que ela precisava se enturmar. Ofereci uma carona, mas ela rejeitou, mas, disse que iria e depois pegaria um taxi. Cheguei no barzinho depois do pessoal e com isso fiquei um pouco longe da Lúcia. Mas a todo momento olhava-a, e assim que tive a oportunidade fiquei ao lado dela e voltamos a conversar. Lentamente começei com as brincadeiras. Primeiro com o fato de ela ser loira, depois com a altura dela. Ela sempre levou numa boa e me zuava também me chamando de ceguinho (ja que uso oculos), atrapalhado etc. Estavamos todos muito confortaveis. Lá pelas 22:00 o pessoal começou a ir embora. No final so ficou eu a Lúcia e mais duas amigas saimos e elas convenceram que a Lúcia seguisse conosco para pegar o taxi no ponto que fica na frente do escritório. Deixei as duas no garagem, segui para o ponto de taxi, para surpresa dela e minha felicidade não havia nenhum. Então combinamos que eu iria levando-a até quando encontrassemos um taxi. Neste momento o celular da Lú tocou, era o marido e o pau quebrou. Ao término da ligação ela estava chorando e nervosa. Eu continuava parado próximo ao ponto. Resolvi ir para uma padaria e oferecer um café. Após um tempo ela ja estava mais tranquila e eu fui para cima. Elogiei-a sem pudor. "LÚ VOCE E UM MULHERÃO NÃO PRECISA DESSE CARA" "EU JA IMAGINAVA QUE SEU MARIDO FOSSE ANTIQUADO, MAS ACHO QUE ELE É PIOR." "DESCULPE FALAR ASSIM MAS VC É LINDA, SIMPATICA, CHARMOSA." O humor e a auto estima começaram a melhorar e susurrando disse: "VOCÊ SO ESTÁ DIZENDO ISSO PARA ME AGRADAR!!!" "NÃO!! SO ESTOU DIZENDO A VERDADE" retruquei "VAMOS?" perguntou ela "POSSO TE LEVAR PARA ONDE?" perguntei "NAO SEI...... ACHO QUE VOU PARA A CASA DA MINHA MAE......" "POSSO SUGERIR UM LUGAR?" disse segurando nos braços dela. "SIM" "CONHEÇO UM HOTEL, NA VERDADE UM FLAT MUITO BOM. ASSIM VC NÃO TERÁ QUE DAR SATISFAÇÃO A NINGUÉM DA SUA FAMILIA!!" "PODE SER" respondeu ela sem graça Claro que esse era um flat ja conhecido por mim. Depois que ela fez o chekin, nos despedimos, eu insisti se não precisava de mais nada. Ela disse que não. Subiu e eu fingi sair, mas voltei. Conversei com o pessoal da portaria que providenciaram um vinho. Subi até o quarto. Quando ela abriu a porta vi o seu susto. Ela poderia esperar o papa, mas não eu. Me fiz de desentendido e entrei entregando-lhe o vinho. Ela fechou a porta e veio atrás de mim dizendo que não era certo. Pedi que ela se sentesse e começei a massagea-la nos ombros por trás. "LUCIA ENTENDA VOCÊ TEM QUE MOSTRAR QUEM MANDA NA RELAÇÃO" "MANDE SEU MARIDO AS FAVAS E VÁ A FORA" "MOSTRE QUE VOCÊ É UMA MULHER E QUER SER TRATADA COMO TAL" Sem pudor me virei e fiquei de frente, levantei-a da poltrona e a beijei. Sua boca era pequena e parecei de boneca, bem definida e com belos traços, era muito saborosa mas tímida. Minha lingua invadiu sua boca e desbravou cada ponto..... dentes, céu da boca, gengiva, língua. Passei a ponta da minha língua por seus labios e fui descendo.... Abri cada botão de sua blusa verde com toda a caricia do mundo. Beijando sua barriguinha cheguei a sua cintura. Abraçei-a pela frente envolvendo suas costas com minhas mãos. Sentir a pele daquela pequenina me fez mais atraido ainda. Voltei a subir e parei demoradamente nos seios. Tirei sua blusa, minhas mãos acariciavam suas costas delicadamente. Com a boca afastei o bojo do sutien e passei a lamber seu biquinho. Mordelisquei demoradamente seus mamilos e chupei com vigor. Senti seu corpo tremer. Desabotoei seu sutien e delicadamente deixei cair no chão. O silencio da Lú me deixava intrigado, voltei a abocanhar seus seios com vigor. Chupei e beijei cada cm, como era noite, minha barba ja pinicava a pele macia, arranhando-a e provocando. O silêncio me deixava na dúvida se prosseguia, arisquei. Minha boca se deliciava naqueles peitinhos branquinhos e macios, minha mão acariciava as costas e a outra desçeu pela barriga. Começei a abrir sua calça e não senti reação alguma. Minha boca desce por entre os seios, barriguinha, cintura. Vou descendo a calça e minha boca acompanha. Chupo e mordelisco as coxas, panturilhas, tornozelos. Tiro seus sapatinhos e sua calça. Ela de pé não reage. Chupo e beijo cada dedo do seu pé. Mordo seu calcanhar com vigor e volto a subir agora por trás. Passo a ponta da língua por sua bundinha e empurro a calcinha para o reguinho. Continuo lambendo e sugando suas costas. Ao chegar na nuca susurro. "O QUE FOI?" "NUNCA FUI TRATADA ASSIM !!!" Vi lágrimas em seus olhos e delicadamente a levei para a cama. Deitei-a de voltei a acaricia-la com a boca. Peguei a garrafa de vinho e deixei derramar o vinho bem lentamente por seu corpo. O liquido frio a fazia tremer e arrepiar. Ver o liquido escorrer pelos seus lábios, queixo, pescoço. Ela se contorcia ao sentir o vinho, continuei pelo colo, entre seios, seios, barriguinha, cintura, virilha, coxas, canelas, pes. Minha boca começou a chupar todo aquele vinho que misturado ao suor tinha um sabor embriagante. Tirei sua calcinha e cai de boca na sua xaninha. Com os cabelinhos curtinhos e sem um desenho. Vi que a Lú era daquelas mulheres que tinha vergonha da sua sensualidade e explorei isso. Chupei sua buceta até faze-la gozar na minha boca. Ela se contorcia e se debatia na cama, mas não emitia um unico som. Depois desçi minha língua para seu rabinho e seu corpo todo se enrigeceu. Me levantei e tirei minha roupa para finalmente me satisfazer. Ao me aproximar dela e ja levando meu pau para sua boca ela susurrou: "POR FAVOR NÃO.........." "NUNCA FIZ ISSO, E TENHO VERGONHA......" Sem dó enterrei minha vara naquela boquinha virgem e a fiz chupar. Logo ela estava sugando com gosto e vontade. Algumas vezes tirava o meu caralho e jogava um pouco de vinho e nesse momento ela chupava com mais gosto. Coloquei-a de quatro e fiz minha vara rasgar aquela buceta maravilhosa. Soquei com delicadeza no começo mas meu tesão não me permitiu ser delicado e logo estava fudendo aquela buceta com toda a força. Eu sentia seu corpo todo estremecer e soar a cada entocada. O barulho das minhas bolas batendo naquela xaninha me fez gozar rapidamente. Desfalecemos na cama. Nessa noite metemos mais três vezes, sempre com a Lu gozando primeiro. Aos poucos ela foi se soltando. Tirei o cabaço do cuzinho dela nessa noite com meu dedo, mas a minha pica ela não aguentou. Ela confessou que tinha casado virgem é que nunca tinha tido um outro homem. E que até agora nunca havia tido prazer. Mas que eu a fiz se sentir mulher. Conversamos muito e disse que gostava de mulheres que falavam, gemiam, urravam, gritavam. Ela disse que iria tentar. Pela manha comi a bucetinha dela no chuveiro e ela ja susurrava uns "AIIIIII,,,, HUMMMMMMMMM, AHMMMMMMMMM" Ficamos de marcar mais encontros para que eu a libertasse mais.

FANTASIAS DE UMA MULHER MADURA

 
Vanessa tem 40 anos um corpo escultural cabelos pretos longos Olhos castanhos morena seios durinhos uma bundinha maravilhosa sua fantasia ser estrupada ou seja ela quer ser totalmente dominada pelo seu esposo Carlos um homem que procurava realizar todos os desejos sexuais de sua esposa um dia Carlos estava de folga era domingo ele assistia TV Vanessa O desejava resolveu investir colocou um vestidinho super colado estilo tubinho vai até a sala e leva uma cerveja com porções de queijo prato Coloca na mesa de cetro e curva-se de um jeito sensual Carlos se confunde entre o jogo e a sua mulher como um vulgão em erupção o homem levanta-se Pega Vanessa de um jeito indomável jogando-a na cama amarrando as suas mãos e pés depois a admirava com um olhar de psicopata rasgando o seu vestido a deixando em trajes menores rasgando também suas peças intimas e começa o assédio Vanessa representa diz: que não mais acaba cedendo Carlos enfia tudo sem dó ela delira diz: enfia tudo porra me fode fode minha buceta Quando ele tenta sair para chupar sua buceta ela o agarra impedindo seu homem Carlos continua fudendo gostoso sua cachorra era assim que ele a chama na intimidade Vanessa grita da na minha cara porra eu gosto o esposo a realiza Vanessa sinaliza que vai gozar diz: que delicia gozei amor agora eu quero leitinho quente goza na minha cara Carlos obedece ela Receptiva aceita o casal em inércia suspiram juntos por mais uma fantasia realizada

FUI RECONQUIS TA DA E AGORA O AMO

 
Bom meu nome sintia eu sou branca cabelo castanho claro e corpo bem asentuado grace era minha amiga eu gostava muito dela e ela e bem bonita branca e cabelo loiro, ela sempre me disse que era doida por mim que me amava e etc...mais nunca liguei já porque ela era a minha melhor amiga e eu nunca tinha ficado nem com homem nem com mulher eu era virgem,eu entao comercei a namorar com allison ele era bem mais esperiente que eu ela sempre me disia que ele ñ era pra mim etc...mais sempre pensei que era siúmes já que ela me amava mais em um dia eu tava com ele e ele tentou forçar a barra com migo eu sai correndo e fui fala com grace chegei na casa de grace chorando e ela me perguntou o que foi eu disse que nada ai ela alevantou o meu rosto olhou nos meus olhos e disse te amo eu tou com vc meu amor me fale o que foi que eu vou tar a qui no seu lado ok,eu falei que allison tentou forçar com migo e sai correndo ela ficou vermelha de raiva disse que iria bater nele eu asegurie e disse ñ me deixa por favor fica aqui com migo me dá o teu colo ela sentou de novo no sofá e disse deite aqui eu tou com vc tá sempre segura com migo meu amor , eu dormi no colo dela só senti quando ela me pegou pelos braços e me levou pra cama eu acordei e vi ela olhando pra mim eu disse tenho que ir meus pais deve de estar me esperando ela disse que já tinha ligado pra eles falando que eu estava com ela e eles deixou eu ficar com ela foi a ai que ela se aprosimou de mim e e começou a masagear meu cabelos com as mão afastando pra deixar a nuca a amostra ela comerçou a dar beijos na minha nuca eu pensei e sor brincadeira até que ela disse no meu ouvido de quero eu me levantei da cama e ela me agarrou puxou o meu braço e disse calma ñ irei te machucar te amo prefiro morre antes de te machucar ela foi me beijando de vagar eu até que abri a boca mais pra ela ela persebeu e me deu um beijo de lingua ela disse posso eu fiz com a cabeça que sim ela tirou a minha brusa eu tava de sutiãn ela me abrou me beijando e tirou o sutiãn eu fiquei so com a parte de baixo ela foi decendo me dando beijos ela me deitou na cama de novo e beijou o meu seio esquerdo passou um bom tempo com ele e depois foi para o direito ela passou um bom tempo no direito também alevantou a cabeça e foi me beijar na boca com delicadeza e olhou nós meus olhos e perguntou pra mim posso continuar meu amor, eu perguntei vai doer ela me dar um sorriso e diz tou com vc ñ tou quando quiser parar e só me falar ok? eu disse:ok! ela foi me dando beijos na barriga no ombigo e tirou minha saia e me perguntou posso eu disse: sim com a cabeça ela tirou minha cousinha e disse que eu era linda que eu seria dela pra sempre ela me beijou na minha lindinha como ela chama, me lambeu me dixou toda melada de saliva e disse vai ser agora ok:eu disse logo por favor, ela enfior o primeiro dedo doeu mais eu tava com muito tezão ai só senti uma dorzinha de leve ai ela falou vou colocar dois ok, tá quando ela colocou eu fechei as pernas anprensando a cabeça dela no meio das minhas pernas e ai gozei e depois ela vei me beijar senti um gosto de sangue na sua boca ela disse e normau meu amor eu fui a sua primeira e a utima eu disse eu posso faser com vc agora ela disse sim eu beijei ela e fiz amor com ela e então ela gozou e gozou duas vezes na minha mão ela dise que nunca tinha gozado tanto foi ai que nós dormimos quando acordi ela tava sentada na cama me olhando e com uma bandeija de frutas na mão e disse:bom dia meu amor tá cansada com com alguma dor, eu me sentei na cama e disse que só um pouco ela disse e normal e me deu um beijo e me amostrou uma caixa de joia e abril e disse que ser minha mulher pra sempre eu disse:amor eu quero ser sua pra sempre te adoro te amo muito e fizemos amor de novo FIM!!!!

ESPOSA SAFADINHA

O episódio abaixo descrito foi relatado por minha adorável esposa. Depois de muitos incentivos meus, ela resolveu atender meu pedido e dividir com os leitores um pouco do tesão vivido por ela. Havíamos marcado, eu e meu marido, de viajar para São Paulo a fim de fazermos umas compras na Rua 25 de Março. Entretanto, quase no dia da viajem meu marido falou que não poderia ir por problemas em seu trabalho, mas que não teria problemas se eu viajasse só. Como não queria ir só, consegui com uma amiga que ela me acompanhasse. No hotel que nos hospedamos estava ocorrendo um evento de pessoas ligadas ao grupo de bombeiros do Brasil inteiro. Num desses intervalos entre uma compra e outra, estávamos descansando no hall do hotel e conhecemos um desses bombeiros que vou chamar de Walter. Era mineiro, alto, muito bonito, agradável, charmoso e brincalhão. Sempre que minha amiga não estava perto ele dizia que eu era muito bonita e que meu marido era um homem de sorte por estar comigo. Lógico que eu ficava envaidecida, mas também um pouco envergonhada pois nunca havia traído meu marido, apesar dele sempre me incentivar a sair com outro homem, dizia que eu merecia ter muito prazer e que ele não era egoísta e que tudo seria só sexo e muita sacanagem. Mas nunca levei isso muito a sério, e sempre dizia que ele estava louco para me empurrar para outro homem. Mas de tanto ele insistir confesso que fui ficando tentada, só que nunca havia surgido uma oportunidade, nossa cidade não é muito grande e tinha medo de virar uma grande fofoca e acabar meu casamento, já que amo muito meu marido. Voltando ao meu amigo bombeiro, sempre nos convidava para sairmos a noite e fazermos algum programa. Minha amiga bem que queria e dizia que devíamos aceitar, mas estava muito relutante, apesar de estar gostando do assédio do meu delicioso bombeiro, Mas não queria que ela desconfiasse que eu estava tentada, não que eu não confiasse nela, mas nunca se sabe onde uma fofoca vai parar depois que começa. A noite ela resolveu sair para visitar uns parentes que moram em São Paulo e falou que se ficasse muito tarde iria dormir na casa de um deles e só viria no outro dia cedo. Eu me recolhi então no apartamento, tomei uma ducha, coloquei um shortinho e uma blusinha de meia e me preparei para dormir quando tocou a campainha do quarto. Imaginei que fosse minha amiga que havia desistido de sair e voltado para o hotel. Abri a porta e me deparei com meu lindo bombeiro parado na porta com uma desculpa esfarrapada de que queria um carregador de celular emprestado. Como fui pega de surpresa, não tinha me dado conta que minha roupa não era apropriada para a situação, Me dei conta que ele parecia me devorar com os olhos, já que minha roupa era um pouco transparente. Apesar de envergonhada senti prazer com aquilo e confesso que fiquei toda meladinha. Ele talvez adivinhando que fiquei tesudinha entrou no quarto fechando a porta, tentei argumentar que minha amiga estava para retornar e não ficaria bem encontrá-lo ali, no que ele rebateu dizendo que ela iria demorar pois tinha conversado com ela antes dela sair, voltou a me elogiar dizendo que eu estava maravilhosa e muito deliciosa. Num repente me abraçou e me beijou, tentei resistir, mas ao sentir seu cacete já duro me espetando por baixo, perdi completamente a noção da coisa e me deixei levar pelo tesão. Ele foi beijando meu pescoço e pegando nos meus seios, suspendendo minha blusa chupou deliciosamente meus mamilos que já estavam todos intumescidos, suspirei de prazer, ele não perdeu tempo me deitou na cama, puxou meu short e começou a chupar minha bucetinha que a esta hora estava toda meladinha, gozei quase de imediato. Ele então me virou de costas e continuou a me beija o corpo todo, passando pela minha bundinha que ficou toda arrepiada. Tirou sua roupa rapidamente e em exibiu sua maravilhosa mangueira que deveria dar o dobro da do meu marido, não me fiz de rogada e abocanhei aquele cacetão e chupei com muita vontade levando a loucura. Ele então deitou em cima de mim e foi pincelando sua rola na entrada da minha buceta e enfiando bem devagar. Eu nunca havia experimentado um prazer daquele tamanho, fui relaxando e ele foi empurrando todo o seu cacete em mim e começou a bombar, primeiro devagar, depois com velocidade. Não agüentei e gozei de novo e de novo, nunca tinha gozado daquela forma e seguidamente.Fiquei toda mole, ele me virou de costa e começou a lamber meu cuzinho, nossa aquilo me deixou louca e falei pra ele meter no meu buraquinho. Ele começou a forçar a entrada e doeu um pouco por que não estava acostumada a um cacete daquela proporção, mas como adorava sexo anal, em pouco tempo eu estava recebendo a mangueira do meu bombeiro toda no cuzinho. Gozei outras tantas vezes, ele bombou no meu cuzinho durante uns quinze minutos até me inundar toda com seu imenso gozo. Praticamente desfalecemos, ficamos um tempo quietinhos recuperando nossas forças. Tomamos um banho e ficamos conversando e ele falando como eu era gostosa e tudo mais, quando reparei ele já estava com o pau duro de novo e começou a me chupar tudo de novo. Meu bombeiro me comeu por várias horas seguida em tudo quanto posição imaginável, eu perdi a conta de quantas vezes gozei naquela noite. Fiquei com minha bucetinha e cuzinho todo inchado mas muito feliz e dei razão ao meu marido quando ele dizia que eu deveria aproveitar os cacetes de outros machos, mas não sabia como eu iria contar pra ele que já havia trepado com outro homem. Já era uma hora da manhã quando passei uma mensagem para meu marido dizendo se ainda estava de pé a proposta dele querer ser corninho. Era uma forma de preparar o terreno e ir contando aos poucos. Mas ele ainda estava acordado e respondeu de imediato dizendo que eu sempre havia recusado a proposta e se agora estava perguntando é porque com certeza eu havia conhecido alguém que tinha me despertado muito tesão. Respondi que de tanto ele insistir, acabou despertando tesão em mim e que realmente eu havia conhecido um cara muito charmoso e lindo e que de fato havia ficado com vontade de trepar com ele. Falei assim mesmo porque queria ver a reação dele. Ele respondeu que a proposta continuava de pé e se eu estivesse mesmo a fim de trepar com outro cara, que não haveria problema, pois sentia muito tesão em imaginar outro macho metendo em mim e que eu tivesse a chance eu poderia aproveitar. Eu respondi que se rolasse eu iria contar pra ele no outro dia, mas que depois não fizesse cena de ciúme pois não iria adiantar mais depois do fato consumado, e que se eu gostasse, ele teria que me liberar sempre que eu tivesse vontade de dar pra outro. Ele respondeu que fosse assim ele seria o homem mais feliz do mundo, pois eu iria realizar a grande fantasia dele. E foi assim que me tornei uma esposa muito safadinha e meu casamento melhorou ainda mais. Amo demais meu marido por ser um corninho maravilhoso e deixar sua esposa provar os cacetes de outros machos.

A APOSTA



Meu nome é carol tenho 22 anos, sou loira, tenho olhos verdes e sou dona de um corpo digamos muito sexy, faço academia todos os dias e por isso tenho coxas bem firmes e grandes, bumbum bem arrebitado e seios fartos e é claro uma barriguinha bem sequinha e gostosa, não digo para me gabar mais é o que os homens dizem a meu respeito. O que vou contar para você já vem acontecendo a mais ou menos uns 5 meses, sou solteira e presto 3º de Administração, desdo inicio do curso fiz varias a amizades, mais des do começo tive algumas rinchas com um rapaz chamado Diego , alto, braços forte, um bonito rapaz essas rinchas aconteceram quando em uma festa na Republica aonde varios rapazes moram rolou um festa e acabei dando um fora em Diego que estava super bebado e drogado, depois disso ele sempre me enche a paciencia. A mais ou menos 5 meses atraz Taty uma amiga minha me contou que ouviu Diego apostando com seus amigos que me comeria, o que despertou em mim uma grande existação na verdade, mais não iria me render tão facil assim aquele idiota. No começo do mês de Agosto rolaria uma festinha em uma republica e o pessoal do meu curso foi todo convidado, pois quem estava organizando era alguns amigos de Diego, sabia que ele tentaria algo comigo na festa e desde já começei a me exibir diante da turma, dizendo que iria de vestidinho e que iria me acabar de tando dançar. No dia da festa, tomei um banho demora e durante o mesmo começei a pensar no que Diego podiria estar armando, no segundo seguinte me vi acariciando meus seios, e imaginando Diego me pegando de jeito, fui deslizando minhas mãos pelo meu corpo até chegar de encontro com minha virilha, pus a me acariciar, estava cheia de tesão só de pensar em Diego, começei a deslizar dois dedos sobre meu clitoris em movimentos circulares, sentindo minha xoxotinha inchar de tesão e devagar penetrei dois dedos na mesma e pus a movimenta-los calorosamente lá dentro, até que não aguentei mais, meu corpo estava em estado de exctase e então gozei, depois de me masturba, tomei um banho rapido e me troquei para festa. Como havia anunciado antes na facul que iria de vestido o fiz, coloquei um vestido bem curto me perfumei toda, e fui para festa, chegando lá dei de cara com Diego que estava para ser sincera muito charmoso com um perfume que me deixou na vontade, o comprimentei me fazendo de dezinteressada e fui ao encontro de Taty, que já me puxou para um canto, dizendo-me:- Veio pronta para matar, escutei alguns boatos de que os meninos feicharam um quarto e com varios colchoes no chão e que só podera ser usado pelo organizadores da festa para sexo. Ao ouvi Taty me contar a novidade tive a certeza que iria fazer Diego me lambusar toda com sua goza quente, e comer meu cuzinho com aquele pau gostoso. Sorri para Taty e a puxei paro o meio da galera para dançarmos, começamos a beber e dançar quando o Dj contrato pelos meninos colocou funk, nunca fui muito fã do estilo musical mais em matéria de sensualidade mando muito bem e com aquelas musicas pornograficas mexi com ego de muitos homens que estavão ali, quando derrepente senti algo me tocar por traz, era Diego ele dançava e ao mesmo tempom me comia com os olhos, fui me afastando de modo que me aproximasse dele, e quando ninguém olhava aproximava minha bunda e roçava a sobre sua calça.Até que Diego não aguentou a tentação me pegou por traz, começei a esfregar minha bunda em seu pau já volumoso marcando sua calça, quando senti suas mãos acariciando minha bunda, devagar Diego foi me puxando e me levando para um canto e sem questionar me deixei ser conduzida por aquele homem. Foi então que ele me agarro frente a uma porta no segundo andar, apertava minha cintura contra seu corpo o que me fazia sentir seu pau quase estourando sua calça de tanto tesão, pus-me a beija-lo como se o fosse o possuir, e devagar fui desçendo minha mão por dentro de sua calça e tocando aquela enorme pica dura por cima da cueca, Diego levantava meu vestido e esfregava seus dedos calorosamente sobre minha xoxotinha já toda ensopada de tesão, a porta se abriu e um casal saiu do quarto, Diego me puxo para dentro do mesmo ia me beijando e me acariciando com os dedos numa intensidade gostosa, até que afastou minha calçinha e começo me dedar ferozmente, ao sentir os dedos de Diego penetrar minha xoxotinha me derreti toda sobre seus dedos e contraia-os com todo tesão que sentia naquele momento minha xoxotinha estava toda inchada e meladinha, abri a calça de Diego e abaixei-a e introduzi minha mão por dentro de sua cueca, pegando aquela pica toda gostosa e dura e a punhetei cheia de desejo de chupá-la, de senti-la dentro de mim, Diego me empurrou até um colchão no chão, tirou minha calçinha e terminou de tirar sua calça e sua cueca, e pois a me chupar, ele chupava minha xoxotinha toda depilada e lubrifica com meu melzinho com se nunca tivesse visto algo parecido, sentia sua língua deslizar sobre meu clitóris e dar leves chupadelas, e deslizar até minha grutinha, Diego penetrava sua língua quente, dentro da minha xoxotinha e arrancava de mim gemidos de tesão, eu estava a ponto de enlouquecer e avisei que iria gozar, Diego pois-se a aumentar as linguadas na minha xoxota, deslizo seu dedo molhado de mel até meu cuzinho de devagar o penetrou de uma vez só o que na hora me alucinou e foi quando gozei lambuzando a boca de Diego com meu melzinho o que não deixou pinga nem uma gota lambeu tudinho. Queria retribuir o favorzinho a Diego e o puxei para um beijo bem gostoso e com um impulso pus meu corpo sobre o dele, devagar fui descendo dando chupadelas e lambidinhas por toda sua barriga até chegar de encontro com aquela delicia toda, que pau lindo, cabeçinha do pau de Diego estava vermelhinha todo peludinho, devia ter uns 19 cm e como era grossa, devagar comecei a deslizar pontinha da minha língua naquela cabeçinha deliciosa e dar leves chupadelas, apertava cuidadosamente suas bolas, e com todo cuidado dei leve mordidinhas sobre aquele pica que estava toda pura em minhas mãos, sentia pau de Diego latejar de tesão e pus-me a chupar bem gostoso, coloquei -a todinha dentro da boca e chupei até cansar até Diego gozar aquele liquido grosso em minha boca o que não deixei engoli tudinho, Diego falou que queria comer minha bucetinha, devagar tirou uma camisinha de não sei onde e me entregou como já estava ali pertinho e encantada com tamanha gostosura de pau, abri a camisinha e vesti o penis de Diego com a mesma, Diego sentou-se e me puxou para que eu me sentasse em seu colo, como toda mulher sedutora antes me sentar naquela pica dura o que foi difícil conter de inicio de tanta vontade, comecei a me insinuar para Diego, tirei meu vestido dançando para dele, esfreguei meus seios em seu rosto, que de imediato começou a mamar ferozmente, fui me abaixando sobre se colo e abrindo bem minhas perna de modo que fui me aproximando de pau durinho e fui sentindo ele entrar devagarzinho na minha bucetinha com os dedos arreganhei bem minha bucetinha, que já implorava para ser penetrada e me sentei , engolindo o pau de Diego inteirinho, começei a rebolar no seu pau e conforme me movimentava sobre seu penis Diego mamava meu seios como um bebe, apertava minha cintura o que fazia meu tesão aumentar cada vez mais, e pus a cavalgar naquele pau duro, grosso que me possuía inteira bem fundo, me deixando louca de tesão, eu gemia no ouvido de Diego e o unhava todo até que senti seu pau latejar e quando mais o sentia latejar mais eu cavalgava naquele pau pedindo para gozar dentro de mim, pra me lambuzar com aquela porra quentinha o que não demorou muito a acontecer, e ao sentir Diego gozar dentro de mim não me contive e gozei juntamente com ele, nos deitamos sem forças, mais aquilo não tinha acabado...pois queria que ele comesse meu cuzinho, eu ainda não estava completamente satisfeita, começei a morder a orelha de Diego e sussurrar em seu ouvido,- você já ganhou sua aposta comeu minha bucetinha, mais ainda me satisfez por inteira quero que coma meu cuzinho e me faça gozar de você. Começei a me esfregar em Diego a passar a mão sobre seu pau que já estava mole e o fazendo endurecer novamente em minhas mãos, punhetei Diego por alguns segundos e sai de cima dele, ficando de quadro com bunda virada para ele, começei a deslizar minha mão sobre minha bunda, e a provocar Diego,- Vem aqui, fode meu cuzinho com essa pica grossa, mostra para seus amigos que você fez o serviço completo. Não precisei pedir de novo, Diego se ajoelhou próximo a minha bunda e começou a acariciá-la, fui afastando minhas pernas deixando meu cuzinho todo amostra para Diego, ele começo a esfregar minha bucetinha com os dedos e a deslizar o melzinho até meu cuzinho para lubrificar por fim caiu de boca nele, chupando e enfiando pontinha da sal língua no meu cuzinho, o que me deixava louca de tesão, eu gemia como uma cadela no cio e gritava,- vai me fode logo, aquele senti essa pica grossa dentro de mim seu idiota, e mais uma vez Diego me obedeceu e segurando seu pau com mão começo a enfiar dentro a cabeçinha no meu cuzinho, eu delirava de tesão queria sentir ela toda dentro de mim, e parece de Diego lia meus pensamentos que enfio seu pau bem fundo de uma vez só dentro do meu cuzinho o que me proporciono uma grande excitação apesar da dor, começei a gritar,- vai me arromba com essa piroca grossa! E Diego pos a estocar seu pau no meu cu, eu gemia e acariciava meus seios, empinando minha bunda para que Diego me fudesse com mais força e foi o que ele fez, que maravilha de transa, que pica gostosa tem aquele rapaz e como ele me fudia gostoso só de pensar fico toda molhadinha e cheia de tesão, ainda bem que hoje tem aula eu vou encontra –lo e matar as saudades...e acabei me dando bem com aposta de Diego! Bjus


POR: carolina andrade

27/01/2011

casamento em xamas

 
Raul chega em casa cansado do trabalho com o semblante apático Beija levemente sua esposa marcela e lhe dar uma boa noite a esposa Lhe aguarda em trajes menores marcela é uma negra linda olhos verdes Seios fartos dona de um bunda grande e apetitosa Raul logo se anima sorrir vai direto para o banho quando de repente marcela diz:posso tomar banho com você sim ele responde os dois começam as preliminares depois saem do banheiro vão para a sala marcela fica de quatro seu esposo cai de boca em seu cú chupando –o e lambendo –o todinho o clima estar quente marcela pega Seu esposo pela mão e conduz até o quarto Raul começa beijando o corpo de amada depois coloca seu pênis em sua buceta e estoca tudinho a esposa adora Quando ela estar quase gozando o amante começa a chupar sua buceta com a língua chega até o clitóris marcela explodi de tesão xinga, grita mais a tortura não acabou com um dos dedos umidecido lhe faz carinhos na sua buceta e com outro dedo acaricia seu cúzinho marcela geme aiii!,aiii!,aiii! Que gostoso amor Põe tudinho no meu cú Raul lubrifica seu pênis com jeito põe tudo até os ovos Marcela grita aperta o lençol rebola e diz: come,meu cú pois ele é seu Raul se empolga enfia mais,mais e mais aperta levemente a bunda da fêmea bate e goza gostoso marcela quer mais ele volta a chupar sua buceta ela o chama de cachorrinho pois sua chupada a leva ao delírio ela goza ao som de uivos E sussuros marcela diz: vai meu cachorrinho vou gozar não para,não para Gozei porra seu puto gozei meu amor

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