Ocorreu um erro neste gadget

bem vindos

que pena que aqui so entra de maior ne?
se a policia pega nois elles mantam.

como participar do nosso blog?

participe do nosso blog mandando sua historia para: contoseroticossa@gmail.com as

29/01/2011

UMA FODA INESQUECIVEL

 
Um foda inesquecível. Este conto não é nosso. Vagando pela net, eu o achei por aí cheio de erros de português. Dei uma arrumada nele. Não está 100 por cento, mas acho que vão gostar. Olá amigos, me chamo Alberto. Quero pela primeira vez contar uma experiência que aconteceu comigo e minha esposa há alguns meses. Nós nos casamos muito jovens, eu 20 ela 17. O nome dela é Andrea. No início do casamento eu era muito ciumento e possessivo. Não admitia que ela sequer olhasse para outro homem. O tempo foi passando, tivemos filhos, e eu sempre dava minhas escapadinhas. Transei com mulheres casadas, morenas, loiras, negras, e até participei de algumas surubas com amigos, mas nunca admitia que ela, minha esposa, trabalhasse, pois tinha medo que pudesse um dia me trair. O tempo passou e aos poucos eu fui mudando, principalmente depois que comecei a ler os relatos eróticos pela internet. A princípio o tipo de conto que eu mais gostava eram os relatos dos cornos; depois fui gostando de qualquer conto. Até mesmo alguns relatos homossexuais me deixavam com tesão. Até então jamais pensara em ver minha esposa transando com outro, e muito menos eu transar com um homem. O nosso relacionamento sexual no início do casamento era muito intenso. Fazíamos de tudo, inclusive sexo anal; em menor quantidade, mas fazíamos. Gostávamos muito de assistir filmes pornôs antes de transarmos, mas com o passar do tempo nossa relação foi ficando muito ruim. Já não transávamos como antes, e o período entre uma transa e outra aumentava cada vez mais. Quando comprei um computador e passei a ler os contos em casa, sempre a chamava para ler comigo alguns contos, e por incrível que pareça ela também gostava mais dos contos onde as mulheres traiam os maridos ou os de cornos. Assim nossa relação começou a melhorar novamente. Certo dia, quando estávamos transando, ela me perguntou o que eu sentia quando lia os contos narrados pelos maridos cornos. Eu fiquei sem ação no momento, mas respondi que sentia tesão. Então ela perguntou porque. Naquele dia não soube responder. Terminamos nossa transa e não falamos mais no assunto. Depois de alguns dias ela veio até mim e disse que havia encontrado um conto que a deixou com muito tesão, e copiou para que eu pudesse ler posteriormente. Confesso que eu também fiquei com muito tesão. Tratava-se de um conto onde o marido concordara em realizar a fantasia de sua esposa, que era de transar com outro. Daquele dia em diante ela sempre encontrava um conto parecido pra eu ler. Toda vez que eu voltava do trabalho, já perguntava: - encontrou mais algum legal hoje? E ela sempre respondia que sim, e era sempre do mesmo estilo. Então durante uma transa eu perguntei a ela, se ela tinha alguma fantasia. Ela respondeu que tinha, mas não falaria com medo que eu ficasse bravo com ela. Disse-lhe que poderia falar que não ficaria bravo. Ela me fez prometer que não ficaria, e assim fiz. Ela confessou que sua fantasia era ter uma terceira pessoa em nossa transa. Perguntei se homem ou mulher. Ela olhou pra mim com uma cara meio que com medo e disse: - eu gostaria que tivesse um “homem”. Confesso que mil coisas passaram por minha cabeça. Fiquei com muitos ciúmes naquele momento, mas não posso negar que também fiquei com um tesão enorme. Terminamos nossa transa e não falamos mais naquilo. No outro dia no trabalho eu me lembrei da nossa conversa e da fantasia dela, e comecei a imaginá-la transando com outro, e passei o dia todo excitado, mas eu não podia admitir que tal coisa acontecesse. Eu já havia transado com mulheres de amigos meus, mas jamais admitiria um amigo transando com minha esposa. Não eu, considerado um comedor, pois assim minha fama foi erguida pelos amigos. Naquela noite ela pediu pra eu colocar um filme pornô para assistirmos, e eu disse para ela escolher qual queria, pois tínhamos vários. Ela pegou logo uma onde tinha dois caras comendo uma mulher. Na hora da transa eu perguntei a ela meio que sem jeito: - você quer transar com outro cara? Ela no auge do tesão respondeu: - eu adoraria, mas com um homem que tenha um pau bem grande! Naquele momento explodi de tesão, e ela percebendo começou a me provocar dizendo que cavalgaria no cara pra eu ver o cacete dele entrando em sua bucetinha, Não agüentei e gozei como nunca. Daquele dia em diante em todas as nossas transas fantasiávamos com um cara transando com ela. Falávamos nomes de amigos meus, e aí eu já estava mais que desejando vê-la sendo possuída por outro homem. Uma noite perguntei a ela o que faria quando estivesse transando com outro, quando me visse sentado ao lado assistindo ela fuder. Ela então respondeu: - eu diria assim: fica aí meu corninho, assistindo sua mulherzinha sendo arrombada por este cacetão! Isso me levou a loucura. A partir daquele dia ela começou a me chamar de corninho manso em nossas transas e eu adorava isso. Depois de alguns meses durante as nossas transas, Andrea dizia pra mim: - vai meu corninho arruma um cara com um cacete bem grande pra fuder sua mulherzinha. Aquilo me deixava muito excitado, e ela percebendo pedia todo dia pra eu arrumar alguém. Embora aquilo me deixasse louco de tesão, eu tinha muito medo das conseqüências, até que um dia depois de uma transa eu perguntei a ela: - você realmente quer realizar esta fantasia? Ela então respondeu sem pudor: - é o que eu mais quero! Ela nunca havia transado com outro homem, sempre foi fiel, e merecia aquilo. Então a partir daquele dia começamos a discutir a idéia, e como ou quem nós convidaríamos. Descartamos a idéia de uma pessoa conhecida, pois o risco de outros saberem era muito grande. Convidar um garoto de programa também ela não quis, pois seria superficial e por interesse no dinheiro. Ela queria que fosse algo natural e espontâneo. O tempo foi passando e nós continuamos fantasiando com aquilo tudo, até que um dia a empresa em que trabalho me convocou pra participar de uma convenção em Curitiba, onde eu deveria ficar por pelo menos 3 dias, e como a empresa tinha um apartamento naquela cidade especialmente para esse tipo de coisa, convidei minha esposa para ir comigo. Assim Andrea aproveitaria pra passear um pouco. Durante o dia eu ia pra convenção, e minha esposa aproveitava pra comprar algo e passear. Logo no primeiro dia conheci um cara mais com mais ou menos uns 40 anos. Ele se chamava Vanderlei. Tinha um corpo atlético e era muito bem educado. Fizemos amizade e almoçamos juntos naquele primeiro dia. Disse a ele que eu era do interior, e que estava hospedado com minha esposa em um apartamento próximo do local da convenção. Por ser Vanderlei um cara boa pinta e muito bem educado, comecei a imaginá-los transando com minha esposa, mas como convidá-lo? Bom, o dia passou e durante a nossa transa naquela noite eu comentei com Andrea sobre Vanderlei, e ela ficou interessadíssima. No outro dia não haveria reuniões no período da tarde, então Vanderlei me disse que no hotel onde ele estava hospedado havia uma sauna enorme e muito boa, e se eu não gostaria de dar uma passada lá. Sem pensar duas vezes topei. Chegando lá fomos até o quarto dele, onde ele deixou suas coisas, colocou um calção, e ofereceu um dos seus pra mim, pois eu havia ido direto da convenção até o hotel onde ele estava hospedado. Fomos para a sauna. Chegando lá não havia ninguém, apenas nós dois, e ele me disse: - eu gosto é de tomar sauna pelado! E foi logo tirando o calção. Confesso que fiquei admirado com o tamanho do cacete de Vanderlei. Mesmo estando mole dava pra ver que era enorme e grosso. Daquele momento em diante eu não parava de imaginar minha mulherzinha cavalgando naquela tora. Ele havia enrolado a toalha na cintura, então sentamos e começamos a falar de vários assuntos, até que surgiu o assunto do qual eu queria falar: Sexo. O papo foi ficando cada vez mais quente, e eu podia ver aquele enorme cacete crescer debaixo da toalha e não parava de olhar, pois por mais que eu quisesse evitar, não conseguia. Então não me contive e perguntei a ele se gostaria de jantar comigo e minha esposa aquela noite. Ele de pronto aceitou. Chegando ao apartamento fui logo contando pra minha esposa sobre o ocorrido, e de como era enorme o cacete de Vanderlei. Disse que havia convidado ele pra nos visitar aquela noite. Ela ficou eufórica e eu passei a mão em sua xaninha, percebendo que estava toda molhadinha. Eu disse a ela: - caso você goste do Vanderlei poderá realizar sua fantasia hoje mesmo, ok? Ela então me abraçou e me deu um beijo e disse: - você é melhor marido do mundo, e se eu gostar de seu amigo vai ser o mais novo corninho do mundo também! Nós dois rimos da brincadeira dela e saímos pra comprar algumas coisas para o jantar. Lá pelas 8 horas Vanderlei chegou e trouxe um buquê de rosas para Andréa, que ficou toda lisonjeada. Embora eu não tenha comentado sobre o corpo de Andréa até agora, ela é uma mulher muito sex, tem 1,60 de altura 52 kg, com um bumbum empinadinho e seios fartos. Ela se arrumou muito bem pra aquela noite e estava realmente uma delícia. Vanderlei por ser muito educado conseguia ser discreto, embora as vezes eu o pegasse olhando para a bundinha da Andréa quando ela passava. Disse para Vanderlei ficar a vontade e sentar no sofá. Logo trouxe uma cerveja e ficamos papeando enquanto Andréa acabava de aprontar o jantar. Durante a conversa fui até a cozinha pegar outra cerveja e aproveitei pra perguntar a minha esposinha o que ela achava de Vanderlei. Ela respondeu que era melhor que ela pensava, e que ele era um tesão. Fiquei com dor de corno naquele momento, mas me contive e pensei na fantasia que tínhamos há muito tempo, e por ele ser um cara que mora bem distante não haveria problema algum em dar prosseguimento no nosso plano. Após o jantar ficamos todos na sala conversando, e meio altos por causa das várias cervejas tomadas, eu já mais desinibido perguntei ao Vanderlei o que ele achava da minha esposa, no que ele respondeu: -é muito bonita! Eu fui mais além, e disse: - pode dizer sem medo o que você acha dela! Ele então olhando pra ela me disse: - ela é um tesão de mulher, e você é um cara de sorte. Andréa então sorriu e disse a Vanderlei: - você também é muito gostoso! O clima ficou meio quente, como que se só passasse sexo em nossas cabeças. Após a declaração de Andréa, Vanderlei sorriu e agradeceu pelo elogio. Como eu e minha esposa gostamos muito de filmes pornôs, levamos conosco na viagem dois filmes para assistirmos durante nossa estadia em Curitiba, e no meio da conversa surgiu assunto sobre filmes. Vanderlei perguntou qual o gênero de filme que nós mais gostávamos. Andréa sorriu pra mim e respondeu: - gostamos de filmes educativos, né Beto! Vanderlei deu uma risadinha, e sem entender muito bem, perguntou: - como assim? Fui franco com ele: - nós gostamos muito de filmes pornôs. Ele agora entendendo a brincadeira começou a sorrir e falou: - eu também adoro um filminho de sacanagem! De repente, e pra minha surpresa, minha esposa olha pra Vanderlei e pergunta: - você gostaria de assistir um agora? Nós temos dois bons aqui! Vanderlei meio sem jeito olha pra mim, como que perguntando: - o que respondo, sim ou não? Então reforcei a pergunta de Andréa e falei: - se você quiser vamos assistir. Ele respondeu: - é claro que quero! Nessas alturas ele já havia percebido qual eram nossas intenções, e ficou um pouco mais relaxado. Andréa colocou o filme e veio sentar perto de mim. Eu estava sentado no sofá grande e Vanderlei no sofá pequeno. O clima foi ficando cada vez mais quente com aquelas cenas de sexo, onde dois caras transavam com uma mulher. Andréa ao meu lado, ao mesmo tempo em que alisava meu cacete por cima da calça dizia em meu ouvido bem baixinho: - to morrendo de tesão... Eu ficava cada vez mais excitado, e senti um imenso tesão quando Andréa me disse sussurrando: - olha pro o cacete de Vanderlei como está duro! Eu não agüentei e coloquei a mão por debaixo do vestido de minha esposa, e comecei a alisar a bucetinha dela enquanto nós beijávamos. Quando percebemos, Vanderlei estava com aquele cacete enorme pra fora se masturbando. Andréa ao ver aquilo não tirava o olho do cacete de Vanderlei e ele olhava fixamente pra ela a todo o momento. Eu olhei pra minha adorável esposinha que até então só havia transado comigo e disse: - vá até ele e realize sua fantasia. Ela de imediato levantou-se foi até Vanderlei. Ele percebendo a situação tirou o sapato e as calças com uma rapidez incrível. Andréa ajoelhou-se diante daquele cacete enorme e maravilhada dizia: - que delícia de cacete! A princípio ela o masturbava admirando aquela enorme rola. Então olhou pra mim e começou a mamar como só ela sabe fazer. Vanderlei, com olhos fechados, se contorcia todo, sentindo Andréa colocar aquela rola enorme na boca. Ela chupava como uma bezerrinha. Estava tarada e lambia toda a extremidade daquele lindo cacete. Excitadíssimo, cheguei bem perto pra ver aquela cena maravilhosa. Ela chupava e gemia, e embora não pudesse colocar todo o cacete de Vanderlei na boca, enfiava até onde podia, e só ia até a metade. Vanderlei olhou pra mim e disse: - nossa cara, como sua mulher chupa gostoso... Ela continuava a chupar com uma volúpia que eu nunca tinha visto. Eu estava tão excitado vendo minha esposinha mamando naquela tora, não sei o que deu em mim naquele momento, ao vê-la chupando com tanta vontade, até eu fiquei com vontade de experimentar aquele cacetão. O tesão era tanto que não me importava mais com a minha masculinidade, mas eu me contive e continuei apenas me masturbando e admirando aquela cena. Eu sabia que quando Andréa começava a chupar o meu cacete ela não parava, enquanto não percebesse que eu não iria agüentar mais. Mesmo assim muitas vezes ela não parava, e eu gozava na boquinha dela, e ela engolia cada gota de minha porra. Fique esperando o momento em que Vanderlei gozaria na boca dela ou pediria pra ela parar, e assim ele fez. Pediu pra ela parar se não iria gozar. Ela então se levantou, tirou a roupa, e puxou Vanderlei para o nosso quarto, nem se importando comigo. Eu segui os dois, e de pé eles se beijavam com muito tesão. Ela com a mão no cacete dele e ele apertando a bundinha dela. Andréa olhou pra mim e disse: - meu corninho, agora vamos realizar nossa tão sonhada fantasia, e Vanderlei vai meter em mim a noite inteira, e você vai ficar apenas olhando, ok? Eu balancei a cabeça como que concordando com ela. Eu estava morrendo de tesão, e faria qualquer coisa que ela me pedisse naquela noite. Andréa então se deitou e Vanderlei começou a chupar a xaninha dela. Eu via aquela cena e não podia nem colocar a mão no meu cacete, pois estava explodindo de tesão. Ela então disse pra ele: - vem me fuder logo, que não estou agüentando mais! Vanderlei levantou, ela abriu bem as penas, ele esfregou aquele cacetão na porta da bucetinha dela e começou a colocar. Embora ela estivesse super molhadinha, ele teve dificuldade pra colocar aquela tora todinha dentro dela, mas logo conseguiu. Ela gemia como uma louca, e Vanderlei socava aquele cacete sem dó. Depois de uns momentos ele a colocou de quatro, esfregou novamente o cacete na entrada, e socou todinho dentro da minha esposinha. Eu não agüentei e acabei gozando. Era incrível aquela cena, vendo minha mulherzinha sendo arrombada com um cacete daquele tamanho. Andréa não agüentou mais e começou a gozar. Eu sabia que ela estava gozando, pois geme de uma forma peculiar neste momento, mas Vanderlei não parava de socar na bucetinha dela. Ele tirou de dentro dela aquela ferramenta enorme, e disse: - eu nunca fui chupado por uma mulher igual a você, por isso quero gozar em sua boca. Ouvindo isso, veio até ele que já estava deitado e começou a mamar naquela rola enorme. Diante daquela situação fiquei de pau duro novamente. Andréa mamava no cacete de Vanderlei como uma profissional. De repente ele não agüentou mais e começou a gozar. Andréa até que tentou engolir tudo, mas era muita porra, e começou a vazar pelos cantos da sua boca, e assim que Vanderlei terminou, ela lambeu o restinho da porra que escorreu para fora, deixando o pau dele limpinho. Ela olhou pra mim e disse: -você gostou de assistir? Eu acenei que sim, balançando a cabeça. Depois daquela foda ela me chamou pra ir tomar banho, e Vanderlei ficou na cama exausto. No chuveiro eu perguntei a ela: - e aí, tá curtindo? Ela respondeu: - to adorando, que cacete enorme, é uma delícia, vou meter a noite toda com ele! Nesse instante ela me fez uma pergunta que me deixou intrigado. Ela falou o seguinte: - você não quer aproveitar um pouquinho daquele cacete gostoso também? Eu disse: - como assim? Ela então falou: - meu amor, nós estamos nesta cidade longe de casa, transando com um homem que não conhecemos, e que talvez nunca mais vejamos novamente, por que então não aproveitarmos o máximo desta situação e fazermos tudo que a nossa mente possa imaginar? Este é um momento único e talvez o último, por isso vamos aproveitar. Eu sabia o que ela queria dizer, mesmo assim fiz de conta que não estava entendendo. Ela então me disse: - participa comigo vou adorar! E saiu do banheiro, indo toda molhadinha sem se enxugar para o quarto. Eu continuei no chuveiro pensando no que ela tinha me dito. Pensei comigo mesmo: será que ela quer que eu transe com o Vanderlei? Mas eu não sou gay! O máximo que fiz foi um rápido troca-troca quando era moleque, e nunca tive atração por homens, apesar de na hora em que ela estava chupando aquele cacetão, que em minha opinião era um belo exemplar de pica, eu sentira vontade de chupar também, mas não passara daquilo. Mas logo pensei: quem tá na chuva é pra se molhar, vamos ver no que vai dar - e voltei para o quarto. Vanderlei estava deitado com os braços abertos e Andréa já estava ao lado dele alisando aquele cassete enorme. Eu sentei na beira da cama ao lado de minha esposa e ela virou de bunda para mim. Encostei meu cacete que já estava duríssimo na bundinha dela, enquanto já virado de frente pra ela, beijava freneticamente a boca de minha esposa. Aos poucos fui descendo minha mão pelo braço de Andrea até chegar à sua mão que estava segurando o cacete de Vanderlei. Ela percebendo aquilo pegou a minha mão e direcionou para aquela enorme tora. Ao tocar o pênis dele devagarzinho, fui alisando até sentir a quentura daquele mastro vigoroso que pulsava de tesão. Eu apertei e comecei a punhetar lentamente. A grossura daquele caralho latejando em minha mão fez com que um arrepio percorresse todo o meu corpo. Fiquei tão excitado que quase gozei na naquela hora. Enquanto eu alisava aquela maravilha de cacete minha esposa estava aos beijos com Vanderlei. Os dois então pararam de se beijar e Andréa pediu para que Vanderlei ficasse em pé, pois queria chupar o seu cacete. Ela se ajoelhou de frente pra ele e o chupava como uma tarada. Andréa olhou pra mim e me chamou com o dedo indicador. Ajoelhei ao lado dela e comecei a beijar-lhe o rosto, enquanto ela chupava Vanderlei. Ela parou de chupar e beijou minha boca. Naquele momento pude sentir o gosto daquele instrumento de prazer, e confesso que não senti repugnância. Como ela estava segurando o pau dele bem pertinho do rosto, direcionou-o para minha boca. Eu quis relutar, mas a vontade era maior que o meu machismo. Abocanhei aquele cacete e mamei gostoso. Que delicia era poder sentir aquela rola enorme e quente em minha boca. Andrea observando falava: - chupa meu corninho, mama este cacetão, sinta como é gostoso! É isto que eu estava querendo todo este tempo; eu mamava como se fosse uma biscate bem safada e de repente ela pediu para que eu parasse e disse: - não quero que ele goze agora. Ele tem que comer minha bundinha ainda. De imediato, eu sabendo como seria, levantei, fui até nossa bagagem e peguei um tubo de gel lubrificante que usávamos pra este propósito. Neste momento Vanderlei deitou-se e Andréa ficou de quatro chupando ele. Eu como um bom amante já sabia o que ela queria. Peguei um pouco de gel e lubrifiquei bem o cuzinho dela, mas antes dele fuder o cuzinho, ela colocou toda aquela tora na buceta, e começou a cavalgar nele. Ela gemia como louca, e eu atrás apenas admirava aquela cena, vendo aquilo tudo entrando e saindo de dentro daquela bucetinha. Aproximei por traz para visualizar aquela cena bem de pertinho. Depois de bombar bastante na xaninha de minha esposinha ele colocou as mãos nas nádegas dela, abriu bem o cuzinho, e me disse: - tira meu pau da buceta dela e coloca no cuzinho. Como eu já havia lubrificado bem aquele rabinho, peguei naquela rola e apontei para o cuzinho de Andréa, que de imediato foi forçando pra ele entrar. Como era muito grosso, demorou um bocado até ela agasalhar toda aquela enorme pica no cuzinho. Meio que choramingando, ela então começou um processo de sobe e desce. O movimento foi ficando cada vez mais rápido. Vanderlei então pediu pra mudar de posição. Ele a colocou de quatro e socou tudo aquilo dentro do seu cuzinho. Agarrou na cintura dela e bombava com bastante força. Ela pedia pra ele fuder bastante o cuzinho que era todo dele. Quando já não estava agüentando mais, ele me chamou e disse: -veja como vou encher o cuzinho dela de porra. Ele então tirou seu cacete enorme, ficando aquele buraco bem grande. Continuou se masturbando apontando a cabeça do cacetão para aquele cuzão aberto. De repente um jato enorme de porra começou a esguichar dentro do cuzinho de Andréa. Era porra que não acabava mais. Aí o cuzinho foi fechando devagar, engolindo toda aquela porra. Desfalecido, Vanderlei caiu de lado na cama. Minha esposinha continuou deitada de bruços. Naquele momento eu estava super excitado, então chamei Andréa até o banheiro e pedi pra ela ficar de cócoras. Ela entendeu o porquê e obedeceu. Ao ficar na posição, ela forçou um pouquinho. Pude então ver toda aquela porra escorrendo do cuzinho dela. Foi aí que gozei como louco, pois meu cacete já estava doendo de tanto tesão. Depois daquela foda, Andréa e Vanderlei transaram mais uma vez, e desta vez ela de quatro com Vanderlei socando a vara nela. Eu deitei do lado deles, e com minha cabeça próxima à dela, ouvia-a sussurrar em meu ouvido dizendo: - ai Alberto, como o cacete dele é gostoso! Como é grande, que delícia! Ele está me arrombando! Você está se sentindo um corno como queria? O Vanderlei tá me transformando em uma puta, você ta gostando? Eu respondia que sim, e ela começou a gritar e pedir pra Vanderlei meter com força, falando: Estou gozando, mete na sua puta vai, que meu corninho ta gostando, me fode...e gozou a danada. Eu como das outras vezes gozei batendo punheta. Depois desta foda dormimos os três juntos na mesma cama, com Andréa no meio é claro. De manhã acordei com um balanço na cama. Eles estavam metendo novamente. Andréa estava de bunda virada para Vanderlei, e ele a comendo por traz. Coloquei a mão na bucetinha dela e pude sentir aquela pica enorme entrando e saindo. Comecei a acariciar o grelinho dela, que então abriu as penas, eu estiquei um pouco mais o braço, e cheguei com minha mão até os bagos de Vanderlei. Passei a acariciar ora os bagos, ora a base de seu cacete. Ele tirou o cacete para fora, eu o peguei e encostei na xoxotinha de minha esposa, esfregando no grelinho dela. Eu apertava e ele fazia aquele movimento tradicional. Ele então disse que ia gozar. Rapidamente eu direcionei o cacete dele para dentro da grutinha de Andréa que forçou a bundinha pra traz para que entrasse tudo. Os dois aumentaram o movimento e gritaram ao mesmo tempo: - to gozando! E que gozada foi aquela, pois demoraram muito a diminuir o ritmo. Depois disso levantamos. Os dois tomaram banho juntos, tomamos nosso café, e eu e Vanderlei fomos à reunião. Muitas coisas aconteceram no último dia em que ficamos naquela cidade, e relatarei em outros contos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Total de visualizações de página

O QUE VC QUER LER